Coluna Murilo Carvalho

30 de Outubro/2019

Criciúma dos meus amores

XXV O PASTICIO FIO DE OURO

Era o ano de 1954 quando os senhores Mario Diomario da Rosa Jorge Henrique Zenon Fridyberg Cecilia da Silva Viana Antenor Longo Luiz Jose da Silva Joao Thomé Mario da Cunha Carneiro e Antonio Sylvio Burigo Carneiro quando se reuniram e deram inicio as atividades do Pastificio Fio de Ouro Ltda Pelo que consta no arquivo da empresa o primeiro gestor foi o Sr Antenor Longo dividindo os trabalhos com o seu Mario Luz o pai do Diomario da Rosa Nesta época Criciúma devia ter uns 35 mil habitantes onde a economia maior era sem duvida o carvão mineral mas esses empresários viram no seguimento do macarrão um grande negocio e realmente foi pois o Pastifício Fio de Ouro foi a primeira fabrica de macarrão do sul e a segunda do estado de Santa Catarina sendo a primeira de Joinville no norte do estado que se chamava Stein e posteriormente Essencial Passam-se os anos e as massas do Pastifício Fio de Ouro caem na graça e na boca dos catarinenses e dos gaúchos Era uma massa que até hoje todos lembram pela qualidade onde além dos produtos altamente selecionados tinha a Agua mineral usada era a das Aguas de São Pedro de propriedade do Sr Antenor Longo e vinha de Estação Cocal e mais tarde passaram a usar a Agua Mineral do Gravatal de propriedade do Sr Hercílio Zapelini o esposo de Dona Iolanda e por parte do elegante Helio Agostinelli e Lenir Vocês não se recordam mas tinha um programa de auditório domingo a tarde na Radio Eldorado com casa cheia sempre onde a apresentadora era a loira Nívia Marques Nunes e o mais esperado eram os sorteios dos pacotes da Massa Fio de ouro e Crisalida onde dentro tinha uma bolinha de vidro que era na época a coqueluche dos meninos de Criciúma que jogavam bolinha de gude Olha só sei de uma coisa as massas Saltimboca Fio de Ouro e Crisalida faziam parte do almoço de domingo das famílias Catarinenses e Criciumenses Na época haviam poucos carros haviam em criciúma e o transporte para entregar as Massas do Pastifício Fio de Ouro eram feitas por um caminhão (VEJA FOTO) e por uma bicicleta com cestinha na frente onde era entregue nos armazéns e nas Vendas da cidade

AGRADECIMENTOS

Estevão Mastela encarregado da produção Seu Pedro o pai do Sergio na oficina Afonso e Serginho e Lourinho Laboratório Marta e NELI Caio CASTRO E Pedro no Cilindro Dobradeiras Alair Custodia e mais as das fotos Nazareno no almoxarifado e no escritório Antônio Raitch e Fernando e Dona Inez no empacotamento Saletinha e Ester na expedição e transporte Ildo Luiz NERI pezão e demais e na prensa Ivo Luca Pedimos nas vendas Wanderley Verones e muito especial um carinho e um agradecimento para Dona Maria Thome a esposa do Seu Joao Thomé Não posso deixar de citar outro grande nome do Pastifício Fio de Ouro que foi a pessoa de Mario Diomario da Rosa hoje residindo no Bal. Rincão.


Coluna Murilo Carvalho

30 de Outubro/2019


Criciúma dos meus amores

XXV O PASTICIO FIO DE OURO

Era o ano de 1954 quando os senhores Mario Diomario da Rosa Jorge Henrique Zenon Fridyberg Cecilia da Silva Viana Antenor Longo Luiz Jose da Silva Joao Thomé Mario da Cunha Carneiro e Antonio Sylvio Burigo Carneiro quando se reuniram e deram inicio as atividades do Pastificio Fio de Ouro Ltda Pelo que consta no arquivo da empresa o primeiro gestor foi o Sr Antenor Longo dividindo os trabalhos com o seu Mario Luz o pai do Diomario da Rosa Nesta época Criciúma devia ter uns 35 mil habitantes onde a economia maior era sem duvida o carvão mineral mas esses empresários viram no seguimento do macarrão um grande negocio e realmente foi pois o Pastifício Fio de Ouro foi a primeira fabrica de macarrão do sul e a segunda do estado de Santa Catarina sendo a primeira de Joinville no norte do estado que se chamava Stein e posteriormente Essencial Passam-se os anos e as massas do Pastifício Fio de Ouro caem na graça e na boca dos catarinenses e dos gaúchos Era uma massa que até hoje todos lembram pela qualidade onde além dos produtos altamente selecionados tinha a Agua mineral usada era a das Aguas de São Pedro de propriedade do Sr Antenor Longo e vinha de Estação Cocal e mais tarde passaram a usar a Agua Mineral do Gravatal de propriedade do Sr Hercílio Zapelini o esposo de Dona Iolanda e por parte do elegante Helio Agostinelli e Lenir Vocês não se recordam mas tinha um programa de auditório domingo a tarde na Radio Eldorado com casa cheia sempre onde a apresentadora era a loira Nívia Marques Nunes e o mais esperado eram os sorteios dos pacotes da Massa Fio de ouro e Crisalida onde dentro tinha uma bolinha de vidro que era na época a coqueluche dos meninos de Criciúma que jogavam bolinha de gude Olha só sei de uma coisa as massas Saltimboca Fio de Ouro e Crisalida faziam parte do almoço de domingo das famílias Catarinenses e Criciumenses Na época haviam poucos carros haviam em criciúma e o transporte para entregar as Massas do Pastifício Fio de Ouro eram feitas por um caminhão (VEJA FOTO) e por uma bicicleta com cestinha na frente onde era entregue nos armazéns e nas Vendas da cidade

AGRADECIMENTOS

Estevão Mastela encarregado da produção Seu Pedro o pai do Sergio na oficina Afonso e Serginho e Lourinho Laboratório Marta e NELI Caio CASTRO E Pedro no Cilindro Dobradeiras Alair Custodia e mais as das fotos Nazareno no almoxarifado e no escritório Antônio Raitch e Fernando e Dona Inez no empacotamento Saletinha e Ester na expedição e transporte Ildo Luiz NERI pezão e demais e na prensa Ivo Luca Pedimos nas vendas Wanderley Verones e muito especial um carinho e um agradecimento para Dona Maria Thome a esposa do Seu Joao Thomé Não posso deixar de citar outro grande nome do Pastifício Fio de Ouro que foi a pessoa de Mario Diomario da Rosa hoje residindo no Bal. Rincão.






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